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Seminário 03: Cinema expandido

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Seminário 03: Cinema expandido

O cinema e as artes visuais são campos que se retroalimentam, por serem da ordem do sensível e da abertura aos movimentos fronteiriços. Divers_s artistas produziram, ao longo da história, uma variedade de filmes que transcendem o dispositivo do cinema clássico, ou seja, um cinema que é exposto em museus, galerias de arte e na sala escura. A dinâmica das instalações atestam a incorporação gradual do cinema como parte de um processo que gradativamente envolve artistas visuais e cineastas independentes. Um movimento interessante que desloca filmes para apreciação em diversos espaços expositivos e de discussão. O cinema e seus atravessamentos com diferentes tecnologias e linguagens levam artistas a práticas, que por sua vez, nos lançam para uma discussão acerca do que seria um cinema expandido e se essa nomenclatura abarca a prática de alguns artistas. Para tal discussão, convidamos artistas que em suas incursões e pesquisas promovem fricções poéticas entre o cinema e as artes visuais.

Mediação:

Milena Manfredini
Cineasta, antropóloga, artista visual e curadora independente. Dirigiu e roteirizou os filmes “Eu Preciso Destas Palavras Escrita” (2017); “Camelôs” (2018); “Guardião dos Caminhos” (2019); “De um lado do Atlântico” (2020) filme idealizado a convite do Instituto Moreira Salles para a chamada IMS Convida; “Mãe Celina de Xangô” (2021); “Cais” e “De um porto a outro” (ambos em processo de finalização). Atua como curadora em mostras e festivais de cinema e é idealizadora e curadora da Mostra de Cinema Narrativas Negras, projeto voltado à pesquisa, exibição e visibilização das filmografias negras. Também exerce as funções de pesquisadora, professora e consultora no campo audiovisual.

Convidades:

Loren Minzú e Nica Buri
Loren Minzú atua como artista visual e pesquisador. Tem se movido através da desarticulação, rearticulação e relação entre cenas, elementos, tecnologias e existentes para tensionar as categorias que atravessam tempo- corpo-espaço, as ficções burocráticas e suas instrumentalizações políticas. É graduando bacharel em Artes pela Universidade Federal Fluminense e passou por instituições como Parque Lage e Casa do Povo, compondo exposições coletivas no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Indigo Nicole Buri é uma artista verbivocovisual transmidiática. Sua pesquisa tem como base o mergulho na identidade e memória trans, pensando suas travessias e subjetividade através de uma poética que se propõe a estilhaçar a palavra/memória e a regurgitá-la. Utilizando da escrita, do vídeo e da imagem como suportes artísticos principais, o que resulta de seu trabalho materializa-se nas fraturas entre a opacidade e o que ainda se encontra na luz. Graduanda em Artes Visuais – Escultura, pela Escola de Belas Artes, UFRJ e em Direção Cinematográfica pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro.

ONDE:

Sala Nelson Pereira dos Santos

QUANDO:

01/06

Horário:

15h

ENTRADA GRATUITA:

A retirada do ingresso deve ser realizada gratuitamente, com 30 minutos de antecedência no local.

Sala Nelson Pereira dos Santos
Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos – Niterói – RJ
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